Caros leitores, enquanto o mundo aplaude o que parece ser o fim de uma era de tirania na Venezuela, eu vos digo, com franqueza: não celebrem ainda! Nicolás Maduro pode ter sido capturado, num golpe cirúrgico que ecoa as operações ousadas de outrora, mas a força do chavismo, essa praga ideológica socialista que devorou uma das nações mais ricas da América Latina, ainda está longe de ter sido extirpada. Ele apenas mudou de mãos. E o novo rosto é mais sombrio ainda, mais implacável, e não está nas mãos da fraca vice -presidente de Maduro, mas sim nas mãos de Diosdado Cabello, o guerrilheiro radicial endurecido que hoje comanda o Ministério do Interior e Justiça, detendo as rédeas das forças armadas venezuelanas. Não se deixe enganar pela narrativa midiática de plantão, aquela que pinta um cenário de botas americanas marchando triunfantes pelas ruas de Caracas. Nada disso aconteceu! O que vemos é um cerco militar geoestratégico, termo técnico para uma manobra de contenção inteligente...
Essas próximas eleições serão tão importantes, que poderão mudar o curso da história do Brasil. Imagine o Brasil acordando em outubro de 2026 com um terremoto político: Flávio Bolsonaro, o herdeiro do bolsonarismo, eleito presidente com uma vitória esmagadora, varrendo o mapa eleitoral como um furacão que arrasta as velhas estruturas do petismo e do centrão. Não é mera especulação, as pesquisas já apontam para uma insatisfação popular galopante com o governo atual, onde a aprovação de Lula mal passa dos 35% em sondagens recentes do Datafolha. E se a direita, unida em torno de valores conservadores, conquistar não só o Planalto, mas uma maioria absoluta na Câmara dos Deputados e no Senado? O impacto será ainda maior ! Estamos falando de um cenário onde o Congresso se torna um baluarte inabalável, com pelo menos 300 deputados e 50 senadores alinhados à agenda de direita, e esse cenário está cada vez mais possível de acontecer. Isso não seria apenas uma alternância de poder; seria u...